Crítica | O Mínimo para Viver – Anorexia é tema do novo filme da Netflix

o minimo para viverTitulo: O Mínimo para Viver (To the Bone)
Produção: Netflix
Direção: Marti Noxon
Gênero: Drama
Ano: 2017
Duração: 1hr e 7min
Classificação: 5/5 

Uma jovem (Lily Collins) está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico (Keanu Reeves) não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.

A Netflix adicionou a plataforma sua nova produção, O Mínimo para Viver, protagonizado por Lily Collins. O filme tem como foco a Anorexia, algo que muitos veem como “fácil de resolver”. A trama eleva os questionamentos dos telespectadores e ainda causa desconfortos com cenas chocantes.

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Crítica | Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar

Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar 1Título: Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar
Direção:  Joachim Rønning e Espen Sandberg
Duração:  2h e 9 min
Distribuidora: Walt Disney
Classificação: 5/5 ❤ favorito

Com muita expectativa e ansiedade fui ao cinema conferir Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar, e o resultado não poderia ser outro, foi sensacional. Tenho uma extrema paixão pelos filmes da franquia, e como uma fã, posso dizer que o longa não decepciona, e ainda arrisco em falar que para mim é o melhor filme de Piratas do Caribe.

Pensando originalmente como uma trilogia caso atingisse o sucesso esperado com “A Maldição do Perola Negra”, a franquia se tornou uma chave de sucesso da Walt Disney, tendo seu quarto filme lançado em 2011, “Navegando em Águas Misteriosas”, que atingiu a marca de 1 milhão de dólares em arrecadação. Após um intervalo de seis anos, “A Vingança de Salazar” chega aos cinemas para dar continuidade às aventuras do Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) e cumprir o desafio de agradar o publico.

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Crítica | Orgulho e Preconceito e Zumbis

Orgulho e Preconceito e ZumbisTítulo: Orgulho e Preconceito e Zumbis
Direção: Burr Steers
Duração: 107 min.
Origem: EUA
Classificação: 4/5

Eu sempre achei filmes e séries sobre zumbis chatos. O motivo é simples, os zumbis são previsíveis e repetitivos, além de serem uns mortos ambulantes famintos por cérebros. Até que lançaram o filme Orgulho e Preconceito e Zumbis que criou um zumbi mais “vivo”, capaz de falar e agir com coerência.

Baseado na obra homônima de Seth Grahame-Smith que por sua vez é uma releitura de um clássico de Jane Austen, Orgulho e Preconceito e Zumbis se passa no século XIX em uma Inglaterra com lordes, ladys e costumes da época. O filme foi uma surpresa para mim, pois não tinha muitas expectativas, então não sabia o que esperar. 

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Crítica | Cinquenta Tons Mais Escuros

Fazer uma crítica sobre os filmes da franquia Cinquenta Tons é sempre muito delicado. Há quem acha que os livros usados para a adaptação é um tanto machista e possessivo, e há quem pensa que é a salvação de um homem perdido, enfim eu assisti Cinquenta Tons Mais Escuros e indico, mas com ressalvas.

É fácil entender porque Cinquenta Tons se tornou uma febre mundial, tantos os livros como suas adaptações, ambos tem aquilo que algumas pessoas podem chamar de algo atrativo. A trama gira em torno de Anastasia Steele, uma garota virgem sem ambições que conhece um homem rico e poderoso, logo ela se vê apaixonada por ele e rodeada em um mundo de carros importados, roupas de grife, celulares e computadores de marcas, no qual ela nunca imaginou fazer parte. Mas como tudo o que é bom, sempre tem o seu lado ruim, Christian Grey é um sádico que não quer relacionamentos convencionais, até Anastasia entrar em sua vida e literalmente ferrar com a cabeça do homem, parece até a clássica história de Cinderela, só que em uma versão mais apimentada.

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Crítica | Jane Eyre

Jane Eyre é um filme britânico de drama romântico dirigido por Cary Fukunaga e estrelado por Mia Wasikowska e Michael Fassbender. O roteiro é de Moira Buffini, baseado no romance de mesmo nome da autora Charlotte Brontë. O filme foi lançado no dia 11 de março de 2011 nos Estados Unidos e está disponível no catálogo da Netflix.

Ambientado na Inglaterra Vitoriana, o filme vai contar a história de Jane Erye, um jovem órfã que sofre desde muito nova com uma tia cruel. E para piorar ela acaba sendo enviada para um colégio interno rigoroso onde teve uma infância difícil e triste.

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Crítica | A Garota do Livro

Eu assisti The Girl in the Book (A Garota do Livro – 2015) e vim falar um pouco desse filme que em partes me agradou e já em outros fiquei um pouco decepcionada. Esse título encontra-se disponível no Netflix. Nossa protagonista Alice interpretada por Emily VanCamp (Revenge) tem uma vida um tanto triste e solitária, sua juventude foi marcada e agora ela tem que lidar com as consequências do passado.

Alice Harvey, é uma editora assistente de livros de 28 anos e aspirante a escritora, tem a tarefa de lidar com o re-lançamento do livro de Milan DanekerWaking Eyes.

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Crítica | Como Eu Era Antes de Você

Saudações Leitores!

O Amanhecer Literário assistiu “Como Eu Era Antes de Você” e vem contar a vocês o que achou do filme. A história segue o mesmo rumo de sua obra original baseada no livro de Jojo Moyes, a mesma sendo roteirista do filme e com a direção de Thea Sharrock.

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“Às vezes você encontra o amor onde menos imagina. E às vezes ele te leva onde nunca esperou ir.”

Louisa Clark, 26 anos, sempre levou uma vida tranquila trabalhando como garçonete em um café da cidade até o mesmo fechar as portas. Desempregada Louisa precisava encontrar outro emprego rápido, para ajudar a sua família com as despesas em casa. Com jeitinho alegre e espontâneo, Louisa é colocada a prova quando aceita o novo emprego, ela acaba se tronando cuidadora de Will Traynor, um banqueiro jovem e rico que ficou tetraplégico após um acidente automobilístico ocorrido dois anos antes, mudando seu mundo em um piscar de olhos.

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Crítica | O Doador de Memórias

Doador2-5x3Titulo: O Doador de Memórias
Titulo Original: The Giver
Duração: 97 min
Classificação: 3,5/5

SINOPSE:
“Uma pequena comunidade vive em um mundo aparentemente ideal, sem doenças nem guerras, mas também sem sentimentos. Uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos e agora cabe ao jovem Jonas (Brenton Thwaites), que precisa passar por um duro treinamento para provar que é digno da responsabilidade.”

Baseado no best-seller de Lois Lowry, O Doador de Memória é uma distopia, com uma sociedade controlada pelo governo, assim como conhecemos em Jogos Vorazes e Divergente.

Jonas vive em uma sociedade ideal, onde não existe o preconceito, desigualdade, violência e sofrimento, em compensação, todo e qualquer sentimento foram eliminado das pessoas, amor, ódio, carinho e etc., como também, os animais, a musica, as cores e a busca pela felicidade e dos próprios ideais. A vida segue uma rotina estável e perfeita.

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Quando os jovens atingem certa idade, eles são designados a uma profissão que exercerá pelo resto de suas vidas, a escolha é feita com base nas características de cada pessoa, eles são observados desde o seu nascimento a todo o momento pelos anciões. Diferente dos amigos, Jonas se vê em aflito com a designação da sua profissão, ele tem receios de não ser uma pessoa normal para possuir algum talento para ajudar a comunidade.

O nome de Jonas é deixado por ultimo na cerimônia de designação, é quando a chefe dos anciões anuncia que Jonas será o novo recebedor de memórias, uma profissão misteriosa, exercida por apenas uma única pessoa. Logo recebe instruções sobre sua nova rotina, e no dia seguinte é apresentado ao Doador, um senhor que possui todas as memórias de uma vida passada tiradas da sociedade, agora Jonas receberá essas memórias.

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